Em 20 de novembro de 1985, a Microsoft lançou o Windows 1.0. Trazendo a interface gráfica e o mouse como as grandes inovações;
Na nova versão, os usuários não precisavam digitar os comandos do MS-DOS;
O Windows 1.0 introduziu elementos gráficos, como a barra de menus, as barras de rolagem, ícones e caixas de mensagens, que, juntos, tornavam os programas mais fáceis de usar e aprender.
Windows 2.0
O Windows 2.0, chegou em 1987 e seguia a mesma proposta de ser um complemento com interface gráfica para o MS-DOS;
Sobreposição de janelas, recurso indisponível na versão anterior;
A flexibilidade permitia que o usuário maximizasse e minimizasse uma janela;
Na época, o Windows 2.0 era transportado em até nove disquetes de alta densidade (316 KB).
Windows 3.X
Foi o primeiro sucesso da Microsoft em interface gráfica — que ainda rodavam sobre o MS-DOS;
Os computadores tinham um novo visual, suporte a drives de CD e placas de som, e a primeira versão do tão conhecido jogo Paciência;
Para isso tudo, eram ocupados volumosos 5 MB do armazenamento do computador (uma grande coisa para a época).
Windows 95
Foi no Windows 95 (1995) que a Microsoft abriu mão do MS-DOS para colocar a interface gráfica em primeiro plano no sistema operacional;
A clássica edição do SO foi lançada em agosto de 1995 e era totalmente nova, significativamente diferente das versões anteriores;
O Menu Iniciar finalmente deu as caras, já ao lado da barra de tarefas, ambos presentes até os dias de hoje;
Arquivos podiam ter nomes de até 255 caracteres;
Introdução do Internet Explorer apareceu. Ele não era instalado por padrão, mas era parte de um pacote de atualização chamado Plus.
Windows 98
Surgiu o suporte a dispositivos USB e múltiplos monitores;
O Internet Explorer deixou de ser adicional e passou a ser o navegador nativo do Windows;
A versão batizada de Windows 98 Second Edition (SE) corrigiu vários bugs, mas não introduziu muitas novidades.
Windows ME
A sequência numérica foi substituída pelo ME, acrônimo para Millenium Edition, na versão do Windows lançada em 2000;
O software introduziu algumas melhorias menores ao sistema operacional, e oferecia um boot mais rápido que os anteriores, mas ele não contava com retrocompatibilidade com os programas baseados no MS-DOS, que ainda eram fundamentais para os usuários.
Windows XP
A sigla XP é derivada da palavra “eXPerience”;
Foram embora os formatos quadrados e efeitos tridimensionais em tons de cinza, e uma paleta novamente colorida tomou o seu lugar;
A velocidade do sistema era significativamente superior, até na inicialização;
O suporte a componentes foi melhorado e a alternância de contas entre usuários finalmente se tornou um padrão.
Windows VISTA
Nova interface gráfica conhecida como Windows Aero;
O sucessor do XP era visto como pesado, de acordo com os requisitos mínimos da época;
Problemas técnicos e termos de licenciamento mais restritivos também fizeram a mídia e os usuários encararem mal a atualização.
Windows 7
O Windows 7 adicionou melhor suporte a recursos comuns a muitos dos computadores modernos, como processadores com múltiplos núcleos, unidades SSD e múltiplas placas de vídeo;
Agora era possível prender apps à barra de tarefas, e os ícones podiam ter atalhos (“jump lists”) para tarefas comuns dentro de um app;
O gerenciamento de janelas também ganhou novidades: um recurso útil que surgiu foi a possibilidade de “colar” janelas à direita ou esquerda da tela, facilitando rodar dois apps lado a lado, com cada um ocupando metade dela. Algo que, curiosamente, era padrão no Windows 1.0.
Windows 8
O sistema operacional apostava em uma pegada mobile para os computadores, em uma tentativa da Microsoft de unificar as experiências entre PC e os portáteis;
Não deu muito certo, especialmente porque a Microsoft abandonou características muito queridas pelos usuários. O Menu Iniciar perdeu a sua disposição mais simples para tomar toda a tela sempre que fosse aberto. O Aero, visual dos Windows 7 e Vista, também foi deixado para trás, o que deixou a comunidade bem desapontada.
Windows 8.1
Não demorou muito até que a Microsoft corresse atrás de um paliativo. O Windows 8.1, uma das maiores atualizações do SO, serviu nesse processo e trouxe de volta o botão Iniciar, colocou a área de trabalho como tela padrão após a inicialização e a exibição de aplicativos, antes limitados somente a dois por vez, foi ampliado para quatro.
Windows 10
Melhorou a interface Windows Metro, consolidou a recuperação do Menu Iniciar em sua totalidade (mas modernizado);
Proporcionou uma experiência agradável tanto para usuários de mouse e teclado quanto telas sensíveis ao toque;
O Microsoft Edge também chegou com ele como parte do pacote (embora tenha fracassado por anos, até incorporar o motor do Google Chrome).
A Central de Ações e notificações, adição de aplicativos e uma pegada bem mais amigável com web apps preservaram a visão unificada entre mobile e desktop da Microsoft, mas sem que isso impactasse na experiência dos usuários.
Windows 11
Mudanças na interface;
Barra de tarefas e Menu Iniciar renovados;
O retorno dos widgets;
Layouts de Ajuste e Grupos de Ajuste;
Integração com Microsoft Teams;
Auto HDR e DirectStorage para jogos;
Paint, Explorador de Arquivos e Fotos de cara nova;
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